Azure, plataforma de computação em nuvem


A Microsoft anunciou que sua plataforma de computação em nuvem, chamada Azure, será lançada no dia 1º de janeiro de 2010. Ela será gratuita pelo primeiro mês, mas os clientes passarão a ser cobrados a partir de 1º de fevereiro.
Para garantir que o Azure conseguirá agüentar o tranco e apresentar a capacidade, disponibilidade e escalabilidade que se espera de um serviço de computação em nuvem, ele será hospedado em 3 pares regionais de data centers bem separados geograficamente, para prevenir o caso de uma catástrofe regional comprometer o serviço.


A abordagem da Microsoft é um pouco diferente da sua maior concorrente no segmento de computação em nuvem. Ao contrário do Google, a empresa-mãe do Windows não vê a nuvem como um substituto do armazenamento e processamento local, mas sim como um complemento para enriquecer a experiência das “três telas”, que é como a Microsoft se refere à tríade de telas que permeia a vida das pessoas: computador desktop, TV e dispositivo móvel.


O Azure apresentará também o que é conhecido como “dados como serviço” através do projeto nomeado Dallas. Com ele, desenvolvedores conseguirão, através do Azure, aproveitar-se em suas aplicações de informações provenientes de uma variedade de fontes, como Associated Press, NASA, National Geographic, entre outras.